25

abr
2019
Tecnologia mobile para supermercados, que tendência é essa?

Nossos smartphones já se tornaram uma extensão da nossa vida social. Boa parte da comunicação, pesquisas e transações que fazemos são através deles. Nada mais óbvio do que essa tendência de tecnologias mobile se estender para supermercados, afinal, esse tipo de modalidade de consumo, a de varejo mercadista, é uma daquelas imprescindíveis para a vida: todos precisam ir até o supermercado.

Como facilitadores do dia a dia que se expandem, o desenvolvimento de apps é uma chave para encurtar e dar mais dinâmica e inteligência as nossas atividades.

Afinal, como funcionam as tecnologias mobile para supermercados?

As tecnologias mobile para supermercados estão condicionadas à diferentes etapas da relação de consumo do usuário com o supermercado. A mais explorada até então tem sido a de pagamento, o conceito de “carteira digital”, impulsionado tanto por empresas de celulares, quanto operadoras e empresas de crédito. Na China, por exemplo, mais de 60% das operações financeiras realizadas no comércio das grandes cidades são por meio das carteiras online.

Além de facilitar o pagamento, aumenta a segurança do consumidor e da empresa.

Outros modelos de app mais específicos para o ambiente de mercado também estão sendo desenvolvidos, especialmente para diminuir o tempo nas filas. PDVs eletrônicos já foram implementados em alguns supermercados para diminuir criticamente o tempo de espera dos consumidores. PDVs móveis também são projetos gestados por desenvolvedores, de forma que, na tela do celular, pelo app do mercado, você possa adicionar os itens no carrinho, saber o custo, as promoções e afins e saldar a compra com um mero toque, pagando com sua carteira online.

Outro modelo que está em progresso é o das compras online em mercado, através do app ou do site do estabelecimento, o cliente pode buscar por seus produtos e fechar a compra, decidindo simplesmente buscá-los ou agendando uma entrega em casa.

Por que adotar as tecnologias mobile para seu estabelecimento?

Avançar tecnologicamente é sempre um bom indício de estar em sintonia com as tendências do amanhã. Não se programar para elas pode ter consequências na medida que os paradigmas de consumo, comunicação e pagamento mudam.

Com o rápido e dinâmico avanço das tecnologias mobile, uma das principais preocupações é justamente poupar tempo e gastos com as atividades do dia a dia. Ir ao mercado, obviamente, é uma dessas atividades cotidianas de todos os cidadãos. Ter de esperar longos momentos na fila, escolhendo e calculando produtos individualmente é um cansaço que as tecnologias conseguem ajudar a resolver.

Se as filas são um problema para os consumidores e a demora nelas, para os PDVs, sinalizam uma restrição para o fluxo em que, caso o processo fosse mais rápido, mais transações seriam feitas no mesmo espaço de tempo, encurtar essa etapa, por exemplo, faz muito sentido em um termo de dinâmica do fluxo.

Condições seguras de pagamento também são determinantes. Hoje, é possível com uma senha particular, biometria ou até scaneamento de retina, fazer uma verificação de segurança muito mais eficaz do que a senha numérica do cartão de crédito e, claro, muito mais seguro do que fazer com que o cliente tenha de andar carregando dinheiro.

Você não precisa migrar instantaneamente para modalidades que ainda podem ser caras e pouco práticas. Mas vale ir se adequando, acompanhando quanto tal tecnologia passa a fazer parte, efetivamente, do dia a dia dos consumidores, para assim se antecipar às tendências, aos poucos.

E quais são os principais Apps para supermercados e como eles funcionam?

Na China e nos EUA essas tecnologias já são uma realidade e inspiraram iniciativas como a da Sam’s Club, do Paraná, e da Extrabom, de Vitória. No primeiro, o cliente scaneia o código de seus produtos e, com um código de barras único, salda sua compra no self-checkout do mercado. No Extrabom, o cliente passa seus próprios produtos no terminal automatizado e paga com seu celular, em ambos os casos, os programas de fidelidade, ofertas e perfil de consumidor também se tornaram smart e lá o cliente consegue gerenciar todos os seus dados.

Tecnologias como essas já existem ao redor de todo o país e são importadas de lugares onde essas experiências tiveram um grande êxito. A grande questão não é sua qualidade, mas o tempo que esses modelos levarão para cair no gosto cotidiano dos consumidores brasileiros.

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