15

mai
2019
Etiquetas eletrônicas de preço, tecnologias para supermercados.

O varejo, em geral, está se modernizando em todas as direções; ganhando o mundo dos e-commerces, migrando para apps, realizando atividades novas e diversificando seu repertório de produtos.

As etiquetas eletrônicas para supermercados são uma dessas implementações que estão puxando nova tendência entre as cadeias de mercado que costumam ficar na vanguarda das inovações e, mais dia, menos dia, serão acompanhadas pelos demais, a fim de ficarem no mesmo patamar competitivo e estrutural.

Afinal, o que são as etiquetas eletrônicas para supermercados?

Como o nome presume, as etiquetas eletrônicas para supermercados são formas de substituir as antigas etiquetas de precificação impressas. São pequenos visores digitais organizados via comandos sem fio do servidor interno do mercado, que mostram com precisão os preços, nomes e demais detalhes do produto.

Graças a esses atributos, elas possuem uma conectividade com outros setores digitalizados do mercado, aumentando a agilidade em diversas situações, nos PDVs e no anúncio de promoções.

Além disso, as etiquetas eletrônicas podem elencar dados relevantes para os consumidores, como limite de unidades por consumidor, informações alimentares, categoria do produto, se ele é livre de glúten ou lactose, álcool petrolatos, se é orgânico, regional, métodos de pagamento e muitas outras especificações importantes que desoneram o consumidor e os funcionários desse trabalho.

É válido investir em etiquetas eletrônicas para o meu supermercado?

Certamente as etiquetas eletrônicas para supermercados são uma opção viável para integrar à estrutura do seu estabelecimento por uma série de motivos;

  • Zero divergência de preços entre a gôndola e o PDV;
  • Atualização simples, integrada e instantânea de dados, promoções e afins;
  • Substitui impressões e pode ser reutilizada infinitamente;
  • Dispensa o trabalho constante de trocar as etiquetas;
  • Aumenta a credibilidade do mercado, uma vez que os preços sempre conferem;
  • Pode agregar futuras tecnologias, como QR ou outro tipo de códigos para compra via app;
  • Organização superior e unificada via servidor;
  • Aviso de validade dos lotes, sendo capaz, inclusive, de facilitar o trabalho dos repositores;
  • Agiliza a dinâmica nos caixas, suprimindo a necessidade de requisitar funcionários para verificar a divergência de preços, evitando gargalos em momentos críticos;
  • Fácil instalação e manutenção, tendo bateria com vida útil de anos;
  • Suporte integrado, boa comunicabilidade com novas plataformas;
  • Novo nível de desempenho e eficiência operacional.

É certo que tais mudanças ocorrem com o tempo e na medida em que há necessidade, pois tem uma relação direta com quão custoso é operacionalizar os preços e dados de acordo com o tamanho do comércio. Mas, por outro lado, quanto maior a demanda, mais o preço cai e maior se torna a acessibilidade. Esperar até o último momento para agregar tecnologias que acabam se padronizando pode causar alguns reveses para o médio varejista.

Conclusão

As etiquetas eletrônicas para supermercados são uma opção inteligente e viável. Em sintonia com as transformações no espaço dos varejos, é uma questão de tempo até que se tornem um padrão. Vale a pena considerar seus benefícios para o meio-ambiente, para a operacionalização e seus custos, para a gestão inteligente do espaço do mercado e a integralidade cada vez maior dos setores.

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