Sangria de caixa: o que é e como aplicá-la em seu empreendimento

Sangria de caixa: o que é e como aplicá-la em seu empreendimento

Com certeza você já ouviu falar em sangria de caixa, não é mesmo? Esse é um termo comum para quem trabalha ou já esteve inserido no ambiente de trabalho de algum supermercado.

O processo que chamamos de sangria de caixa, que também pode ser conhecido como “alívio” ou “recolhimento”, é o procedimento de retirada não programada de dinheiro do caixa.

Trata-se de uma atividade comum em supermercados, minimercados e lojas de departamento. Aliás, diversas vezes ao dia presenciamos pequenas pausas nos caixas, momentos em que a sangria será realizada.

Mas, a Sangria de caixa não acontece apenas nesse tipo de estabelecimento, na verdade, é um procedimento comum em qualquer tipo de negócio ou loja. Para entender melhor sobre a importância dessa atividade, preparamos um post completo com alguns conceitos básicos que você precisa saber sobre a realização da sangria de caixa! Vamos lá?

Afinal, o que é sangria de caixa?

Como dissemos acima, a sangria de caixa consiste em um “recolhimento” sem programação de um capital do caixa para suprir alguma demanda, como uma compra, por exemplo.

Essa medida de retirada de dinheiro pode ser feita sempre que necessário até mesmo como uma forma de tirar o excedente de capital da frente do caixa. Somado a isso, a medida pode ainda ser realizada como uma forma de segurança, uma vez que muitas vezes é executada para a contabilização de valores a serem comparados com os relatórios do operador em questão.

Ao encontrarmos uma discrepância entre os valores apresentados no relatório e os dados da sangria, temos a famosa quebra de caixa. Se o valor constado na sangria for maior que os dos relatórios, a quebra é positiva, mas se for menor é um indício de que há uma irregularidade no caixa, quem sabe um troco errado ou furtos e fraudes.

o que e sangria de caixa

Quando e por que é necessário realizar a sangria de caixa?

A principal função da realização da sangria de caixa é evitar que se acumule muito dinheiro nos caixas dos estabelecimentos. Atualmente, o uso de cartões de crédito e débito tem diminuído bastante o excedente de dinheiro vivo em comércios, mas ainda tem muita gente que opta por pagar em dinheiro vivo.

Sendo assim, ter esse tipo de cuidado em seu negócio é essencial, afinal, o acúmulo de valores em caixas pode chamar a atenção de pessoas mal intencionadas e colocar em risco a segurança do seu estabelecimento e de seus colaboradores.

Além disso, como dito anteriormente,  esse procedimento também é utilizado para realizar a contabilização do fluxo de caixa, já que o dinheiro retirado pode ser comparado com os relatórios que os operadores de caixa irão fornecer posteriormente. Assim, caso haja divergências, a “quebra de caixa” será identificada com facilidade.

Seja uma quebra positiva, quando há sobra de valores, ou uma quebra negativa, quando existe dinheiro a menos que o indicado pelos cálculos, é sempre muito importante saber onde aconteceu o problema a fim de o corrigir da melhor maneira possível. Aliás, entender se há um déficit monetário no caixa é essencial para traçar estratégias de prevenção.

Nos demais casos, a sangria de caixa é um recurso para suprir necessidades e contratempos da empresa. Caso algum produto precise ser comprado, ou algum fornecedor precise ser pago, é comum que as empresas realizem a sangria. Como é possível perceber, essa é uma atividade que, normalmente, faz parte da rotina de qualquer tipo de empreendimento.

Como é feito o processo de sangria de caixa?

Supermercados e restaurantes recebem um grande fluxo de dinheiro todos os dias, o que os levam a acumular grandes valores na frente de caixa. Isso acaba sendo nada seguro para o empreendimento,  o que faz a sangria de caixa ser uma medida necessária de cautela.

Bem, a característica marcante da sangria de caixa é o fato de não haver uma programação prévia, podendo ocorrer  sempre que for necessário. Isso tudo para manter o dinheiro em um local de segurança como uma tesouraria ou caixa central.

Nesse sentido, para que o dinheiro seja destinado para um local seguro, é preciso contabilizá-lo devidamente no final do dia, visto que, se os dados não forem devidamente anotados, pode-se ter empecilhos na hora do fechamento do caixa. Deste modo, o cálculo é feito somando as entradas e diminuindo as despesas, inclusive os “alívios”, e o dinheiro é depositado em um envelope inviolável próprio para a ação de sangria.

Embora não haja um momento exato para ocorrer, a medida preventiva pode ser tomada com maior assertividade quando se tem um sistema de gestão integrada, no qual podemos deixar todos os dados da sangria registrados, salvos e seguros, considerando que planilhas em papel físico são mais suscetíveis a perdas.

Como otimizar o processo e torná-lo seguro?

Como o procedimento de sangria de caixa é algo inevitável, é preciso encontrar formas de realizá-lo com rapidez, eficiência e com a menor margem de erros possível, não é mesmo?

Para isso, a melhor opção é automatizar a operação, tornando todas as informações das sangrias informatizadas e registradas. Um sistema integrado para supermercados, por exemplo, pode realizar a gestão do estabelecimento com precisão e facilitar o dia a dia da empresa e dos funcionários. Aposte em um sistema que lhe ofereça um leque de funções, inclusive a opção de retirada do caixa (sangria).

Nestes casos, os ERPs são soluções eficientes para você que deseja otimizar o controle de entrada e saída do caixa do seu estabelecimento de forma rápida prática, fácil e segura. Considere a sua integração e observe os processos de seu empreendimento se tornarem ainda mais efetivos.

processo seguro sangria de caixa

E então, gostou deste post? Esperamos que tenha ficado mais claro como ocorre o processo e qual é a melhor forma de torná-lo mais rápido e seguro. Se o post foi útil para você, certamente as nossas demais publicações sobre gestão de supermercados serão esclarecedoras. Confira!

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